Estudo comparativo do índice de agradabilidade na análise facial para fins de diagnóstico e tratamento ortodôntico

dc.contributor.advisorPinheiro Júnior, Jesus Maués
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0590122765693339
dc.contributor.referee1Tuji, Fabrício Mesquita
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8122254353290848
dc.contributor.referee2Carneiro, Marcelo Newton
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7057645859780221
dc.creatorFigueiredo, Luciana Corrêa de
dc.date.accessioned2025-03-31T13:26:39Z
dc.date.available2025-03-31T13:26:39Z
dc.date.issued2021-03-21
dc.description.abstractOrthodontists have the ability to change the facial characteristics of their patients and, consequently, affect their lives. Therefore, it is necessary for them to understand the aesthetic standards for an attractive face. The Subjective Facial Analysis allows the study of aesthetic evaluation performed routinely by society. Through this analysis we classify individuals, according to aesthetic pleasantness, in aesthetically pleasing, aesthetically acceptable and aesthetically unpleasant, according to their personal opinion. One of the objectives of this analysis is to facilitate communication between the patient and the professionals involved in the treatment. In this context, the objective of this study was to verify whether the visualization of two- dimensional (2D) or three-dimensional (3D) images had any effect on the classification of facial attractiveness, seeking to establish a harmonious dentition that is healthy and aesthetically pleasing. The sample of the present study consisted of 50 adult individuals, female and male, with a minimum age of 18 years. In order to determine the subjective aesthetic facial analysis, a group of two orthodontist evaluators, with more than 5 years of experience in the specialty and calibrated in the method, were asked to rate the individuals' facial profile, classifying them as aesthetically unpleasant (1, 2 or 3), aesthetically acceptable (notes 4, 5 or 6) and aesthetically pleasing (notes 7, 8 or 9) in two moments interspersed within 15 days. The evaluations were performed following two forms of image acquisition: the first using standardized photographic images of the face in 2D and the second using standardized images of the face in 3D with the scanner33 SenseTM (3D Systems, Canada). The order of presentation started with 2D images, followed by 3D images, which were presented using the Power PointTM Office 365 software. In order to assess the intra-examiner and inter-examiner agreement in the subjective aesthetic and morphological assessment, the 50 individuals in the sample were evaluated and submitted to the same classification with a 15-day interval between the two assessments. For the analysis of the error, the Kappa coefficient was used, which analyzes the agreement between two non-parametric variables. The Kappa coefficient for intra-examiner agreement between the first and the second evaluation of 2D photographic images was 0.65, whereas for 3D scanned images, the Kappa coefficient was 0.82, demonstrating a high confidence index for this assessment. The evaluation of 3D images also demonstrated a superior result in the confidence level of the same examiner (Kappa 0.67) in relation to 2D photographs. Analyzing all the data of the study together, we verified a greater intra and inter examiner agreement, in the analysis of the 3D stepped images, for the Facial Pleasure index.
dc.description.resumoOs ortodontistas têm a capacidade de alterar as características faciais de um paciente e, consequentemente, afetam sua vida. Portanto, é necessário que compreendam os padrões estéticos para uma face atraente. A Análise Facial Subjetiva permite o estudo da avaliação estética realizada rotineiramente pela sociedade. Por meio dessa análise classificamos os indivíduos, de acordo com a agradabilidade estética, em esteticamente agradável, esteticamente aceitável e esteticamente desagradável, de acordo com sua opinião pessoal. Um dos objetivos dessa análise é facilitar a comunicação entre o paciente e os profissionais envolvidos no tratamento. Neste contexto, o objetivo deste estudo foi verificar se a visualização de imagens bidimensionais (2D) ou tridimensionais (3D) teve algum efeito sobre a classificação da atratividade facial, buscando o estabelecimento de uma dentição harmoniosa que seja saudável e esteticamente agradável. A amostra do presente trabalho foi constituída por 50 indivíduos adultos, dos sexos feminino e masculino, com idade mínima de 18 anos. No intuito de determinar a análise facial subjetiva estética solicitou-se a um grupo de dois avaliadores ortodontistas, com mais de 5 anos de experiência na especialidade e calibrados no método, que dessem notas ao perfil facial dos indivíduos ,classificando-os como esteticamente desagradáveis (notas 1, 2 ou 3), esteticamente aceitáveis (notas 4, 5 ou 6) e esteticamente agradáveis (notas 7, 8 ou 9) em dois momentos intercalados no espaço de 15 dias. As avaliações foram realizadas seguindo duas formas de obtenções de imagens: a primeira a partir de imagens fotográficas padronizadas da face em 2D e a segunda utilizando-se imagens padronizadas da face em 3D com do scanner33 SenseTM (3D Systems, Canadá). A ordem de apresentação iniciou com as imagens 2D, seguidas das 3D, as quais foram apresentadas utilizando-se o software Power PointTM Office 365. Com o objetivo de avaliar a concordância intra-examinador e inter-examinadores na avaliação subjetiva estética e morfológica, foram avaliados os 50 indivíduos da amostra e submetidos à mesma classificação com, 15 dias de intervalo entre as duas avaliações. Para a análise do erro, foi utilizado o coeficiente Kappa, que analisa a concordância entre duas variáveis não paramétricas. O coeficiente Kappa para a concordância intra examinadores entre a primeira e a segunda avaliação das imagens fotográficas 2D foi de 0,65, já para as imagens escaneadas 3D o índice Kappa foi de 0,82, demonstrando um alto índice de confiança para essa avaliação. A avaliação de imagens 3D também demonstrou resultado superior no nível de confiança de um mesmo examinador (Kappa 0,67) em relação as fotografias 2D. Analisando todos os dados do estudo em conjunto, verificamos maior concordância intra e inter examinadores, na análise das imagens escadeadas em 3D, para o índice de Agradabilidade facial.
dc.identifier.citationFIGUEIREDO, Luciana Corrêa de. Estudo comparativo do índice de agradabilidade na análise facial para fins de diagnóstico e tratamento ortodôntico. 2021. Dissertação (Mestrado em Clínica Odontológica) - Centro Universitário do Estado do Pará, Belém, 2021.
dc.identifier.urihttps://repositorio.cesupa.br/handle/123456789/748
dc.languagepor
dc.publisherCentro Universitário do Estado do Pará
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.initialsCESUPA
dc.publisher.programPrograma de Mestrado Profissional em Clínica Odontológica
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectOrtodontia
dc.subjectEstética dentária
dc.subjectEscaneamento
dc.subjectDiagnóstico bucal
dc.subjectTratamento ortodôntico
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE
dc.titleEstudo comparativo do índice de agradabilidade na análise facial para fins de diagnóstico e tratamento ortodôntico
dc.typeDissertação

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